o prazer é direito.
Não é luxo, não é privilégio, não é recompensa por bom comportamento. É parte de uma vida plena — e deveria fazer parte de qualquer educação séria.
o corpo é currículo.
Não se aprende sexo lendo manual. Mas também não se aprende só transando. Precisa conversa, precisa informação, precisa contexto, precisa tempo. Precisa lugar pra fazer pergunta sem vergonha.
o tabu adoece.
O que a gente não pode falar a gente não consegue cuidar. Educação sexual não é sobre transar mais ou melhor — é sobre saber o que tá acontecendo com seu próprio corpo, com os corpos ao seu redor, com as relações que você constrói.
a pluralidade é a regra.
Existem muitos jeitos de viver desejo. Muitos corpos, muitas configurações, muitos tempos, muitas escolhas. A Sexoteca pressupõe essa pluralidade sem precisar de asterisco.
a gente ainda tá começando.
Esse projeto é novo, imperfeito, em construção. Vai errar, vai ajustar, vai crescer. Se você quer fazer parte — aprendendo, ensinando, escrevendo, organizando evento — escreve pra gente.